sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

NOTÍCIAS DO FR. PEDRO

Transcreve-se uma informação veiculada pelo Fr. José Carlos:

Notícias de hoje, quinta-feira dia 17 de Janeiro, do estado de saúde do frei Pedro.
Queridos amigos
O frei Pedro mantém-se estável e sem alterações significativas, respira já sem assistência externa.
Continuemos a pedir ao Senhor por ele.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

NOTÍCIAS DO FR. PEDRO

Face ás várias solicitações que têm sido levantadas, quer  via blog quer por outros canais, informam-se os amigos ex-dominicanos e todos os vistantes deste espaço, que sempre que se justifique, o Criar Laços difundirá as notícias que forem chegando. O Fr. Pedro teve uma queda em casa, no Cristo-Rei (Porto), no passado domingo e fez um traumatismo craneano. Foi socorrido de imediato pelo INEM e conduzido ao Hospital de Santo António onde foi operado de imediato. A intervenção cirúrgica terá corrido satisfatóriamente e encontra-se nos Cuidados Intensivos em coma induzido. A situação é estável e resta-nos aguardar e manter a esperança numa evolução rápida e favorável
Quanto ao Fr. Bernardo está internado na Unidade de Cuidados Paliativos do IPO do Porto e a situação é estável.
Como nos diz o Fr. José Nunes, rezemos por ambos.
Abraços
Nelson

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Fr. Bento Domingues O.P.





Universidade do Minho concede “honoris causa” ao “maior teólogo” português

 | 9 Jan 2019 | Destaques
“O maior teólogo” da Igreja e uma “voz grande da cultura”, justifica Moisés Lemos Martins. Um reconhecimento de um itinerário centrado numa “teologia da periferia”, como diz frei Bento. Ou um nome “marcante na produção teológica em Portugal” e “um dos pilares da sociedade portuguesa”, como dizia há poucos meses, sobre Bento Domingues, o agora arcebispo Tolentino Mendonça.

Frei Bento Domingues, frade dominicano, teólogo, colunista do jornalPúblico e autor do ensaio A Religião dos Portugueses, será doutoradohonoris causa pela Universidade do Minho, no próximo dia 15 de Fevereiro, soube o 7MARGENS. Frei Bento é, “por certo, o maior teólogo” da Igreja Católica em Portugal e é uma “voz grande da cultura portuguesa”, diz Moisés Lemos Martins, director do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho (UM), justificando a proposta de doutoramento.
A sugestão partiu do departamento de Ciências da Comunicação e do CECS. O doutoramento, acrescenta o professor catedrático da UM, será feito no âmbito dos Estudos Culturais. “O que me admira é terem tido esta ideia, que acolhi com agrado e reconhecimento, mas não era coisa que me passasse pela cabeça. A Universidade não tem obrigação nenhuma, esta escolha surpreendeu-me. Podia dizer que não queria, mas também seria ser exibicionista”, diz frei Bento ao 7MARGENS, comentando a informação, recebida nos primeiros dias de Janeiro.
Moisés Lemos Martins, que será o padrinho do doutoramento, acrescenta que “a presença permanente de frei Bento no espaço público, atravessando a segunda metade do século XX e já este século”, destaca-o como “homem da Igreja e da cultura, debatendo a condição humana e os desafios que se lhe colocam”. Ele tem sempre “uma palavra de esperança sobre a humanidade, num tempo em que muito se desespera, porque são muitos os desesperados e porque os desequilíbrios sociais não têm a solução que se exige”, acrescenta. Além disso, as suas intervenções, escritas ou faladas, colocam “em confronto permanente o Evangelho com os problemas do mundo e da humanidade”.
“Faço uma teologia da periferia”, diz Bento Domingues. “A única forma de interpretar [esta decisão] é que o estatuto da minha teologia foi sempre marginal. Sempre trabalhei em teologia nas formas mais variadas, mas não dentro de instituições católicas universitárias em Portugal. E a Universidade do Minho também não é confessional.
Prática teológica e inteligência da fé
Frei Bento começou por decidir não fazer doutoramento. “Depois andei em ziguezagues”, conta: ainda na década de 1990, chegou a ser convidado pelo então reitor da Universidade Católica Portuguesa (UCP), padre Isidro Alves, para professor da respectiva Faculdade de Teologia e membro da equipa da revista teológica Communio. “Pedi-lhe garantia de que teria plena liberdade de ensino e ele respondeu que não o poderia fazer. Por isso, disse-lhe que não ia. Se fosse, corria o risco de perder um amigo e isso eu não queria.”
“O problema da prática teológica é que, se ela não é feita em liberdade, é um serviço à instituição e não uma inteligência da fé”, diz frei Bento. Apesar disso, e mesmo não tendo estado nunca ligado a uma instituição de forma muito dilatada no tempo, Bento Domingues acabou por ter uma intensa actividade ligada a universidades: leccionou vários anos no Instituto Bartolomeu de las Casas (Peru), na Universidade de São Tomás (Colômbia) e no Instituto Pedro de Córdoba (Chile), além de ter orientado cursos de animação e formação de missionários (Angola e Moçambique).
Em Portugal, o percurso foi idêntico: “Tive sempre relação com universidades, mas as não-confessionais.” Além de centenas de conferências, em muitos sítios, “quase sempre da ordem do acontecimento e não do institucional”, o frade dominicano esteve, por exemplo, nos conselhos gerais do Instituto de Ciências Sociais, de Lisboa e da Universidade do Porto (neste caso, entre 2014-18) e, na década de 1990, foi o responsável, com Alfredo Teixeira, pela criação do curso de Ciências das Religiões, da Universidade Lusófona, que entretanto abandonou. “A ideia era fazer teologia num espaço laico, mas era difícil: como não oferecia carreira, só podia ser para quem pudesse pagar e para pessoas reformadas ou desocupadas.”
Frei Bento tem insistido na ideia de que, desde 1910 e da instauração da República, a teologia tinha desaparecido das universidades públicas portuguesas, com o fim do curso que existia em Coimbra. A situação só ficou remediada com a criação da faculdade na UCP e a criação do Instituto Superior de Estudos Teológicos, ambos no final dos anos 1960. A UCP “nasceu contra o ISET”, que tinha sido criado por várias ordens religiosas e onde frei Bento também se empenhou bastante. Mas a Católica “também evoluiu” nos últimos anos, considera.
Por isso, este doutoramento surge como “um reconhecimento de um itinerário, de um trabalho que não teve espaço nas universidades públicas nem na Católica. Por isso aceitei. E é também uma forma de dizer que não devemos desistir.”

Bento Domingues: Um “magistério na cultura portuguesa – no campo religioso e fora dele”, dizia Tolentino Mendonça, em Junho (foto Francisco Marujo)
Um “gesto seminal”, um “grande autor”
Para Bento Domingues, a melhor definição do seu modo de fazer teologia foi feita por José Tolentino Mendonça, actual arcebispo e bibliotecário do Vaticano, na apresentação da edição revista e actualizada do seu livro A Religião dos Portugueses, editada em Maio de 2018 pela Temas e Debates (e co-organizada pelo autor deste texto). “Ele entendeu que eu nunca quis desistir da prática teológica e que isso para mim foi o essencial, incluindo com as minhas crónicas no Público ou a direcção da colecção Nova Consciência, no Círculo de Leitores”, publicada na década de 1990.
Nessa intervenção, Tolentino Mendonça considerou A Religião dos Portugueses como um livro “absolutamente marcante na produção teológica em Portugal” e que traduz um “gesto seminal” e uma “mudança de respiração” na teologia. E apontou o seu autor como “um grande artesão da teologia”, que “mostra uma juventude e um saber fazer verdadeiramente incontornável”. E acrescentou: “Temos uma grande dívida para com frei Bento Domingues, no sentido da inquietação e da incitação que ele nos faz ao pensamento.”
Ao mesmo tempo, disse que Bento Domingues tem a “capacidade de penetrar [e ser um] poder de referenciação”, com um “magistério na cultura portuguesa – no campo religioso e fora dele” que evidencia “como, através do pensamento e através da palavra, frei Bento é capaz de mostrar que aquilo que define os portugueses é o coração”. Enfim, considerou o frade dominicano como “um grande autor” e “um dos pilares da sociedade portuguesa”.

Fonte: "7 MARGENS" "DESTAQUES"

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Fr. PEDRO FERNANDES O.P.

Vítima de uma queda em casa, que lhe provocou um traumatismo craneano, encontra-se internado no Hospital de Santo António do Porto o nosso Amigo e Velho Companheiro Fr. Pedro Fernandes. Foi sujeito a uma cirurgia que, segundo informação médica, correu bem e encontra-se agora nos Cuidados Intensivos daquela unidade hospitalar. 

Também se encontra internado no IPO do Porto o Fr. Bernardo Domingues..
Vamos todos elevar o nosso pensamento por e para estes nossos amigos e mestres.
Força Fr. Pedro!... Força Fr. Bernardo!... 
Rápido e completo restabelecimento.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Aniversários em Janeiro

Aniversários em Janeiro
Durante este mês celebram o seu aniversário os
nossos Amigos
NOME                                                                 Dia
  Domingos Pires Lopes                                                    1
  Carlos Alberto Sequeira                                                  1
  Álvaro Belmar Esteves                                                   1
  António  Cândido Salzedas Martins                                   11
  Frei Gil Filipe                                                              23
  Armando Ferreira Neto                                                 24
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de 

Bençãos de Deus.

sábado, 22 de dezembro de 2018

FELIZ NATAL

PARA TODOS QUANTOS VISTAM ESTE ESPAÇO E FAZEM DELE UM ELO DE LIGAÇÃO À NOSSA HISTÓRIA DE MENINOS, FICAM OS VOTOS DE UM SANTO NATAL 
E UM ANO NOVO VENTUROSO.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

ANIVERSÁRIO DO JAIME COELHO


Festejando o aniversário do Jaime Coelho...




Ad multos, Jaime

Zé Celestino